Seção de Imunoprevenção - SEI

Seção de Imunoprevenção - SEI / DESEN

 

 

MAIRA

Chefe da Seção: Ms. Maira Fontanelli

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Tel.: (21) 3938-6542

 

A Seção de Imunoprevenção é responsável por:

 

  • Vacinar trabalhadores e adultos da comunidade universitária da UFRJ, diminuindo a incidência de doenças imunopreviníveis nesta população e assim diminuindo também absenteísmo e agravos derivados de doenças imunopreveníveis;
  • Proporcionar acesso aos trabalhadores e integrantes adultos da comunidade universitária ao serviço de vacinação;
  • Contribuir para a melhoria das condições de saúde da comunidade universitária adulta. 

    O público-alvo da Seção de Imunoprevenção é composto por servidores e alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, bem como pela população circulante da Ilha do Fundão. Nota-se, portanto, que as atividades do Centro realizam-se dentro e fora do campus universitário.

  • A Seção de Imunoprevenção oferece cobertura vacinal contra o Tétano, a Difteria, a Rubéola, o Sarampo, a Caxumba, a Hepatite B e a Gripe (influenza), Febre Amarela e Raiva.

 

 

São integrantes da Seção de Imunoprevenção - SEI /DESEN:

 

  • O Centro de Vacinação de Adultos, situado no CCS/Ilha do Fundão - CVA;
  • O Programa de campanhas e imunização intinerante.

 

Centro de Vacinação de Adultos - CVA

 

Vacinas oferecidas: hepatite B, tétano, difteria, febre amarela, raiva e as duplas ou tríplice virais para sarampo, caxumba e rubéola.

Atendimento:  De segunda à sexta feira, no horário de 8:00 às 13:00  e de 14:00 às 16:00
Tel: (21) 3938-6542

Local: Av. Carlos Chagas Filho, 373, bloco L, 1o andar

Centro de Ciências da Saúde - Cidade Universitária/UFRJ

 

 

CVA2

 

Ao contrário do que muitos adultos pensam, vacinação não é coisa só de criança. Como nenhuma doença infecciosa é exclusiva de uma faixa etária, todos precisam estar vacinados, principalmente os adultos. Apesar do serviço ainda ser pouco divulgado no Brasil, a rede pública de Saúde oferece aos adultos, gratuitamente, vacinas para uma ampla variedade de doenças, que podem ser facilmente evitadas com a imunização.

“A vacinação é responsável pela diminuição da incidência de diversas doenças na população. Considerando as formas de transmissão de algumas delas, os adultos tornam-se alvos, em alguns casos, até mais vulneráveis do que as crianças. Um exemplo disso é a hepatite B, que é transmissível através de secreções orgânicas e por contato sexual” – ressaltou Maira Fontanelli, Chefe da Seção de Imunoprevenção/DESEN, da Coordenação de Políticas de Saúde do Trabalhador da UFRJ.

Com um Centro de Vacinação de Adultos localizado na entrada principal do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFRJ, a Seção de Imunoprevenção está mais perto da população circulante na Cidade Universitária.

“A localização não poderia ser mais adequada. Um ponto bem visível e central do CCS, um lugar onde funcionam quase todos os cursos da área de Saúde, com muitos alunos, professores e servidores que, por terem o seu cotidiano mais exposto às doenças, precisam estar com a sua vacinação em dia” – observou a enfermeira Maira Fontanelli.

Criado em 2004, o Centro de Vacinação de Adultos é credenciado junto à Secretaria Municipal de Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para ampliar a cobertura vacinal no Campus Universitário com vacinas existentes na rede pública de Saúde.  Além de intensificar  a rotina vacinal proposta  para  os adultos – sejam eles trabalhadores, gestantes, idosos ou o alunos da UFRJ que transitam pelo Campus –, a Seção de Imunoprevenção planeja e executa campanhas de vacinação, promovidas pelo Ministério da Saúde. No CVA e nos postos de campanha, os indivíduos a partir dos 15 anos de idade podem se vacinar contra o tétano, difteria, hepatite B, contra sarampo, caxumba, rubéola e também contra a raiva e a febre amarela.

 
LASSBio - 15 anos
 

CALENDARIO MS

 

 

Campanhas de Vacinação da Seção de Imunoprevenção - SEI / DESEN

 

“Primeiro, tem a H1N1; depois, vem a da gripe sazonal, destinada aos idosos e profissionais de saúde e, por fim, a intensificação da hepatite B” – chamou a atenção a coordenadora do Centro de Vacinação de Adultos. Na campanha contra a Influenza A H1N1, o CVA costuma a atuar a partir do dia 22 de março, quando se inicia a segunda fase focada na imunização de gestantes, pacientes com doenças crônicas e crianças de 6 meses a dois anos de idade incompletos.

A Chefe da Seção de Imunoprevenção, lembra que o CVA e os postos intinerantes abertos durante as campanha não vacinam crianças, sendo as unidades básicas de saúde responsáveis por vacinar as crianças.

 

MARILDA

Foto: A Técnica de Enfermagem do Trabalho Marilda Monteiro vacinando uma servidora da UFRJ.


Muito aguardada pelos idosos, a campanha contra a gripe sazonal, a princípio, costuma se iniciar na segunda quinzena de abril.

“O Ministério da Saúde cogita começar a campanha da gripe sazonal no mesmo período que se inicia a etapa de vacinação da gripe A H1N1 para os maiores de 60 anos, portadores de doenças crônicas, a fim de que as duas possam ser administradas em uma única ida do idoso ao posto ou centro de vacinação. Isso, entretanto, ainda não está confirmado” – declarou Maira Fontanelli.
  
Cultura de Vacinação em Adultos

Apesar de o Brasil possuir um Programa Nacional de Imunização que é  elogiado em todo o mundo, infelizmente, a vacinação de adultos por aqui ainda não é muito divulgada e difundida. Como a vacinação nas crianças é obrigatória e, geralmente, nas campanhas, elas são priorizadas no recebimento das doses, instaurou-se no imaginário coletivo da população, que a vacina só é para ser tomada nos primeiros anos de vida.

Um grande marco para reverter essa situação foi a campanha da vacinação contra a gripe nos idosos. Apesar de avançar na conscientização muitos adultos ainda têm a idéia de que vacina é apenas para criança e, agora, também para o idoso. “Não há como uma campanha abarcar, de uma só vez, toda a população. Os laboratórios não dão conta de produção, não existe pessoal para administrar tanta vacina. Então, foca-se em cima da epidemiologia da doença. Avalia-se em que regiões ela mais incide, faixa etária, sexo. A partir desses dados, faz-se um estudo para delimitar os grupos que serão vacinados” – explicou Maira.

Por que as campanhas de vacinação, na maioria das vezes, são voltadas para a criança e o idoso? Segundo a especialista, as crianças têm prioridade porque ainda não estão com o sistema imunológico totalmente formado, e os idosos, devido ao fato de eles já estarem com uma série de deficiências orgânicas, que os deixam mais suscetíveis às doenças.

O desconhecimento dos riscos das doenças e o medo da agulha das injeções são outros fatores importantes que colaboram para que a vacinação ainda não seja amplamente difundida na faixa etária adulta. “É necessário despertar, no adulto, no trabalhador e, até mesmo, no estudante, a importância da prevenção” – ressaltou a enfermeira. Aqueles que, na infância, não receberam todas as vacinas, nem contraíram doenças que podem ser prevenidas como, por exemplo, o tétano, a difteria, o sarampo, a rubéola, a caxumba e as hepatites devem procurar o Centro ou posto de vacinação para regularizar o seu esquema vacinal.

 

Tétano, um mal evitável

 

“Existe uma crença que só se pega tétano em ferro enferrujado, mas essa é uma idéia equivocada. O bacilo do tétano pode se desenvolver em qualquer ferida na ausência de oxigênio. Parece uma coisa lá do interior, mas ainda se morre disso” – comentou Maira Fontanelli. Para ilustrar, ela descreveu um o caso de um servidor da UFRJ que trabalhava com carpintaria e obras, próximo à antiga sede do CVA: Ele sempre adiava tomar a vacina do tétano, até que, um dia, em um acidente doméstico, cortou o tendão de aquiles e veio a falecer de tétano.

“Depois das três doses que se tomam na infância, é necessário que, de 10 em 10 anos, toda pessoa adulta – seja ela trabalhadora ou não, de atividade de risco ou da área da saúde – faça um reforço da vacina do tétano até o final da sua vida” – recomendou a especialista, lembrando a importância de se imunizar as gestantes: “O tétano também pode ser neonatal, acometendo os recém nascidos, em particular, em seus 7 primeiros dias de vida”.

 

Importância do cartão de vacinação

 

Atualmente, muito se discute sobre o uso correto de medicamentos, mas qual seria o uso correto das vacinas? Maira Fontanelli explica que é simples: é só guardar a carteira de vacinação e levá-la consigo quando for tomar uma vacina. "O que mais acontece com o adulto é que ele não sabe se já foi vacinado, de quê, onde está a carteira ou o comprovante de vacinação, se participou das campanhas, entre outros. A hepatite, por exemplo, é multidose. São três doses para você fechar um esquema e, assim, possivelmente ficar imune à doença. Você faz a primeira e apraza as doses subsequentes, mas o adulto perde a caderneta, ou não a leva quando vai ser vacinado. Aí, é complicado”.

caderneta

Foto: Caderneta de vacinação do adulto distribuída pelo Ministério da Saúde

 

A enfermeira alerta para os riscos de se reiniciar um esquema vacinal: “Toda vacina, assim como toda medicação, tem eventos adversos. Quando você expõe esse indivíduo a um quantitativo de vezes maior do que é necessário, ele está sujeito a ter, eventualmente, uma reação adversa, até de forma mais intensa”.

Segundo ela, é necessário haver uma maior conscientização sobre a necessidade e a importância do documento de vacinação para que haja uma maior efetividade da vacina e dos programas de vacinação: “Guardar a carteira de vacinação infantil também é interessante para se ter uma noção do seu antecedente vacinal e, assim, poder propor um esquema de acordo com essas informações pregressas” – completou.

 

 

Hoje o Ministério da Saúde disponibiliza também um Aplicativo para Smartphones, que pode ser baixado gratuitamente na loja de Apps para dispositivos Android e IOS.

O App ajuda a não esquecer as doses e as datas mas a caderneta ainda é necessária pois é um documento onde são registrados os dados da dose da vacina que está sendo aplicada e leva a rúbrica do profissional que aplicou.

 

 

pni appFonte: http://www.aplicativos.gov.br/aplicativos/vacinacao-em-dia-1

 

 

Equipe da Seção de Imunoprevenção - SEI :

 

Maira Fontanelli - Enfermeira do Trabalho, Chefe da SEI;

Charles Friaça - Médico;

Anderson Felinto de Souza– Técnico de Enfermagem;

Marilda Monteiro da Silva– Técnica de Enfermagem do Trabalho;

Sonia Carvalho de Faria - Auxiliar de Enfermagem;

Lindalva Leite - Auxiliar de Enfermagem;

Vanda Teixeira da Silva – Assistente em Administração;

Danielle Silva Moreira – Assistente em Administração.

 

Matéria e fotos baseados no artigo de Lúcia Beatriz Torres:  http://www.portaldosfarmacos.ccs.ufrj.br/atualidades_vacinacao.html

Imagens: Ministério da Saúde.

 
 
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